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Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

19
Jul20

Um passeio pelo Seixal

O que o desconfinamento de verão nos trouxe de bom, foi o podermos regressar às nossas caminhadas. Embora, sigamos sempre de máscara, podemos apanhar um pouco de sol e observar o que nos rodeia. Adoro passear pelas ruas do Seixal, a observar as casas, a tentar perceber a história do local.

Os barcos no rio indicam proveniencias diversas e contam cada um deles uma história.

A placa da antiga Farmácia Soromenho Pinto (antes de uma farmácia gerida por familiares meus que não conheci), está agora bem cuidada e visível, dentro de um mini mercado.

A fonte no largo de Camões e até as antigas casas, algumas abandonadas outras já recuperadas, contam a história de quem ali viveu.

No nosso passeio de hoje, entramos pelo portão da Mundet e redescobrimos a escola de música e outros edifícios, as fontes, pilares e caminhos que exploramos tentando descobrir o que foram em tempos. A zona da fábrica é interessante de ser vista, assim como o Ecomuseu mas hoje a nossa visita não passou por lá. As fotos que tiramos mostram um pouco das estruturas que lá podemos encontrar e servem para vos convidar a uma visita.

Subimos em direção ao Parque Urbano do Seixal, fomos ao miradouro e descobrimos uma vista maravilhosa lá de cima. Depois, lá descansamos um pouco nas mesas de piquenique, onde várias familias comiam ou brincavam.

Esta é a vista que temos do Miradouro do Seixal:

Eu e o Martim tiramos as máscaras apenas quando não vemos ninguém por perto, de resto estamos sempre com as máscaras, seja ou não obrigatório. Como não é proibido, eu prefiro utilizar. Mas são tantas as caras que vemos sem máscara, é tão estranho, será que nós é que somos demasiado receosos?

O regresso fizemos pela estrada junto à biblioteca e pela Câmara. Ali alguns caminhos poderiam ser arranjados e em vez de mato junto à biblioteca poderia-se completar a Quinta dos Franceses e dar um ar mais agradável ao espaço, que parece uma obra por acabar.