por Elsa Filipe, em 17.07.24
Passaram-se já 10 anos desde a queda do voo MH17, que levava 298 pessoas a bordo. O voo "tinha descolado dos Países Baixos, com destino a Kuala Lumpur," capital da Malásia. Poucas horas depois, "o Boeing 777 da Malaysia Airlines foi abatido por um míssil de fabrico russo sobre um território ocupado por separatistas pró-russos."
Ninguém sobreviveu e, já em 2022, a "justiça dos Países Baixos condenou três homens a prisão perpétua pelo papel que desempenharam na tragédia, incluindo dois cidadãos russos, mas Moscovo sempre se recusou a extraditar os suspeitos." Embora Moscovo tenha sempre negado "qualquer envolvimento" e rejeite o veredicto do tribunal, investigadores internacionais chegaram mesmo a afirmar que "havia fortes indícios" de que o "Presidente russo Vladimir Putin tinha aprovado o fornecimento do míssil que abateu o avião."
Moscovo nega qualquer envolvimento e rejeita veementemente o veredicto do tribunal, descrevendo-o como "político e ultrajante".
No mesmo ano, já se tinha perdido outro voo da mesma companhia (e desse ainda pouco se sabe até aos dias de hoje).
Fontes:
https://www.jn.pt/7374207079/298-mortos-familiares-das-vitimas-do-voo-mh17-assinalam-dez-anos-com-pouca-esperanca/