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Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Confinada

Fechada em casa depois de ter sido diagnosticada com Covid, ontem. Estava com alguns sintomas e, apesar de vacinada, achei melhor ir fazer um teste. Em casa, o auto teste acusou logo positivo e fui à farmácia para confirmar. Pouco tempo depois ligaram-me a confirmar as minhas piores suspeitas.

Sinto-me "apenas" um pouco engripada, mas as dores no corpo e em especial nas articulações pioraram bastante de ontem para hoje. Os meus antecedentes podem estar a contribuir para isso, porque já costumo ter bastantes inflamações ao nível das cápsulas articulares.

Psicologicamente, é que estou pior. Ia começar amanhã a trabalhar num sítio novo. Estava super entusiasmada, com tudo preparado para um grande arranque, com imensas expetativas e agora, tive de adiar o meu início. Não tive culpa, mas também não tive cuidado, deixei-me levar na onda do alívio das medidas, da retirada da máscara. Dois anos depois eu já não estava a aguentar, mas se fui tão rigorosa até aqui, pergunto-me agora porque baixei a guarda e me deixei levar em momentos de descuido.

Está aqui o resultado. Infelizemente, não consegui escapar, espero ter-me resguardado em casa a tempo de não ter contagiado mais ninguém, além de mim. Já é mau demais.

Reflexão de vida

Na passada quinta-feira foi dia de muitas lágrimas. Não me aconteceu nada, mas foi o descarregar de muitos dias de emoções contidas dos quais ainda estou a recuperar. Fui à consulta da Unidade da Dor, desta vez já na Unidade do Laranjeiro, em que uma equipa estava à minha espera.

Dois anos depois da primeira consulta, na qual me assustei com a suspeita de EM, a médica aborda-me agora dizendo que não há nada a temer e que eu tenho de me endireitar e ir em frente com a minha vida. Abanou-me psicologicamente, ralhou-me para me pôr direita, para deixar de me deixar dominar pelas dores e fazer frente à vida.

Por momentos senti-me muito mal, ao mesmo tempo culpada do sofrimento de estar com a cabeça numa possível doença mais grave e depois revoltada por estar sem trabalho fixo, por estar sempre cheia de dores e sem vontade de fazer nada! E a médica ao ver-me desabar num pranto, diz-me apenas o que eu estava a pensar: "E porque é que eu estou cheia de dores?" 

E logo me responde: "Porque tem muita coisa, nessa coluna, que temos de controlar e por isso vamos a tomar a medicação mas a fazer pela vida. Pode e deve fazer tudo!" Eu na altura, naqueles momentos, ainda a digerir tudo, nem percebi bem a intenção daqueles empurrões para a frente, mas hoje, uns dias depois sei que ela tinha toda a razão. Tal como me tinham dito há dois anos atrás na consulta, tenho de fazer pilatos clínico, hidroginástica e, também pode ser bom que eu faça fisioterapia. Agora estou a fazer um plano de exercícios indicado pela equipa médica e que me vai ajudar até conseguir entrar no pilatos, e um tratamento de seis sessões de Diatermia que me vai ajudar bastante.

Eu nunca desisti de mim e todos os dias me tento levantar para ir trabalhar, para fazer as minhas coisas, mesmo que nem sempre seja capaz de fazer tudo o que quero. Mas a verdade, é que nos últimas semanas, me tenho estado outra vez a entregar a um estado depressivo que não é nada bom. Nem para mim que tenho fibromialgia e que tenho depressão, nem para ninguém. Na prática, é muito fácil falar em lutar, mas não é nada fácil quando estas duas patologias nos começam a puxar para baixo. Felizmente, mesmo com muitas adversidades, tenho conseguido dar a volta por cima. E não me posso esquecer de referir que tenho muitas pessoas amigas, que, de certa forma e cada uma à sua maneira, me vão transmitindo valores positivos, me vão desafiando, me vão apoiando cada uma do seu jeito. Uma palavra, uma frase, um abraço no momento certo ou, às vezes, um abanão!

Obrigada por me fazer verter todas as lágrimas acumuladas. Sou grata por hoje, que é Páscoa, estar sozinha em casa, poder refletir, poder caminhar na minha marginal, observando o rio a correr e as pessoas a passear, tomar o meu café. Aqueles pequenos prazeres, tão simples e, que nos trazem tantas energia boa! Hoje não foi dia de estar com ninguém, não foi dia de dar nem de receber, foi apenas o momento certo de estar comigo mesma e de planear a minha vida, os próximos passos a dar. Não é fácil, porque ainda me falta aquele trabalho certo, aquela realizaçaõ profissional que me vai trazer estabilidade para outras coisas que preciso. Mas vou começar a semana com uma vontade renovada. 

Chover no molhado

Esta semana não tem sido fácil, nem este mês, nem este ano.

Mudar é sempre uma decisão complicada, especilamente quando temos quem dependa de nós e nunca sei se estou à altura de atingir os meus objetivos, nem que seja o de pôr comida na mesa em todas as refeições e pagar as contas.

O pior é quando sentimos que de alguma forma temos de tomar decisões difíceis, fazer as escolhas que uns meses (anos?) antes não teríamos de fazer. Aí nessas alturas eu penso, "pior era se o meu país estivesse em guerra e eu de malas às costas a fugir daqui" mas porra! Eu não mereço isto, não estudei para isto (sim, já me arrependi bem de não ter seguido secretariado, mas pronto é o que acontece quando ouvimos os outros e temos vergonha de dizer que afinal já não queremos ser professoras como queríamos aos seis anos de idade).

A nossa vida devia dar para espreitar mais à frente, nem que fosse só um episódio do futuro. Assim escusavamos de andar a fazer figura de ursos em caminhos que não levam a lado nenhum. 

Esta semana, alguém me perguntou "mas tirou o curso, trabalhou e depois esteve tantos anos noutra área?" Porque numa dada altura da minha vida, eu era "muito nova" e tinha "pouca experiência". Hello! Eu tive de ir trabalhar noutra profissão, numa que eu sabia fazer, que tinha experiência e onde aprendi muito e ganhei ainda mais competências, mas não porque fosse o meu sonho, foi só para pôr dinheiro em casa e comida na mesa.

Felizmente, numa determinada altura da minha vida tive pessoas que me ajudaram a superar, me arranjaram trabalho e me deram uma oportunidade de ir em frente. Ao Zé e à Fátima nunca serei suficientemente grata. Mas infelizmente, à minha volta houve também gente a pisar-me. Essas pisadelas, empurrões, estão gravadas no meu corpo fisicamente como se não tivessem sido só palavras e atos nas minhas costas (ou mesmo à minha frente, sem vergonha que eu visse, a olharem-me nos olhos enquanto me prejudicavam e ficavam por cima).

A dor é física como é psicológica. Às vezes, dói tanto que tenho me marcar os dentes no pulso ou no braço para retirar o foco da dor "oca" noutras partes do corpo. Oca porque é como se estivesse com uma zona vazia, fria, uma dor fantasma num membro que ainda lá está, que dói como se estivesse partido, queimado mas que eu olho e não tem lá nada!

Apetece bater até marcar, negro, para depois mostrar e dizerem "ah, não te dói aí?" Talvez entendessem a dor sem sentido, fantasmagórica que me acorda de noite e me massacra. Qundo não vem dor, vem a comichão ou as cãibras, ou a dor, a comichão e as cãibras. E só quero que a noite acabe e de manhã o dia amanheça como se eu tivesse dormido bem, mas nada disto acontece.

Estou sem tomar medicação. Várias semanas já, a levar-me à loucura.

Quando se importarem...

...comigo, avisem.

É que uma consulta, quase dois anos depois, é no mínimo um gozo que só uma chamada de atenção da minha médica de família (que pediu uma reavaliação) conseguiu resolver. Claro que vou à consulta, porque PRECISO mesmo que me dêem atenção, um diagóstico, uma solução!

Mas a vontade é de dizer que morri, devido à inoperância e ao tempo de espera. Que me suicidei à espera que me digam que afinal não sofro de Esclerose Múltipla, que é "só" fibromialgia, mas "não podemos escrever isso porque tem outros problemas". Ah sim, claro, isso eu sei, problemas é o que eu mais tenho, mas se calhar ajudava dar um nome e um tratamento a cada um desses problemas e não me dizerem apenas que tenho de "aprender a lidar com a dor", "descansar" (ora, se faz favor, eu aviso onde para me porem o dinheiro na conta enquanto fico a descansar?), e fazer pilatos, hidroginástica (adorava, alguém que pague as aulas, ou pago com o dinheiro que não ganho se ficar em casa a descansar?)

Enganaram-se na pessoa ao distribuir as doenças!

Porra, eu não tenho dinheiro para fazer acunputura, para fazer pilatos clínico, para ir para a hidroginástica num local em que me garantam (garantido mesmo!) que a água é quente! Lá vou dando o luxo a mim mesma de pagar uma massagem, onde sei que me tratam bem e que é mais barato (minha querida Sara e Anjo Reyel), sabendo que vou trocar algumas das minhas refeições na próxima semana por uns cafés de pacote a enganar o estômago!

Nem a medicação, porque deixei (sim, sou estúpida ou...) acabar o prazo de comprar a receita e na farmácia não me vendem sem uma receita nova. Mas como sei que vou este mês ter consulta na Unidade da Dor, não vou pedir à médica a medicação, aviar e depois trocarem-me os medicamentos por outros. É que há dois anos atrás, na primeira e única consulta em que lá estive, a médica que na altura achei impecável, mudou-me o plano de tratamento e disse que "era para ir avaliando" enquanto escrevia no pedido "muito urgente" de uma ressonância a expressão "suspeita de EM. Estúpida não sou, mas claro que sabia o que estava a tentar despistar. Mas depois acho que o seguimento foi muito mal feito. Nunca me disseram o que tinha ou não tinha. Na consulta de neurologia, a médica que nem olhou para os exames que eu trazia, só que me disse "está bom, ainda não é para operar", referindo as minhas fantásticas hérnias e "o resto?" perguntei eu, "qual resto?", "as dores", "isso não é para aqui, mas posso pedir uma reavaliação na ortopedia".

E pronto, cá estou eu, um ano epouco depois desta fantástica consulta, sem saber o que "está bom", o que "pode ficar pior" e com um plano provisório para tratar a EM ainda dois anos depois. Por isso, resolvi mesmo parar, tudo, esperar a consulta da dor e o que aí vem. A médica será outra, por isso talvez tenha mais sorte desta vez. Talvez esta me entenda, me diga o que tenho e como lidar antes de me medicar, e que depois me medique em condições. Só isso que eu quero. Para que eu consiga, se não conseguir trabalhar, receber uma ajuda, algo que me pague as contas em atraso, não tenha de escolher de entre os muitos medicamentos os que compro este mês e os que compro só quando puder como se isso fosse um luxo ou pudesse ser uma escolha minha!

Ter uma doença crónica, degenerativa, nunca pode ser visto com leveza, sem acompanhamento, devia ser um trabalho multidisciplinar de várias especialidades, não de consultas de dois em dois anos.

Com um mês de guerra

Faz um mês que o reconhecimento de Putin à independência das autoproclamadas províncias de Donetsk e Luhansk deu início à guerra na Ucrânia. 

Ainda me parece surreal que no meio de 2022, alguém diga que conduz uma operação especial para desnazificar um povo, com um discuso baseado em mentiras.Não conseguia imaginar isto, parece tão estúpido e arcaico. Estamos a ver em direto, a tentativa de conquista de um povo através de uma invasão militar, que já matou centenas de pessoas, sobretudo civis, destruiu várias cidades, vilas e aldeias, e causou a maior vaga de refugiados na Europa, desde a II Guerra Mundial. O que é isto?

E aqui nesta ponta da Europa, lá vamos, como bons portugueses sempre prontos a ajudar, enviando roupa para os refugiados que tentam não ser mortos, comida, ou abrindo portas para os receber. Cerca de quatro milhões de refugiados passam as fronteiras. Nestes momentos, salta à vista que os governos dos outros países se podiam unir, mas nenhum de nós quer a guerra a entrar pela casa dentro. Se for para ajudar dizemos todos que sim, mas de preferência, lá na distância a que ainda estão.

Ninguém consegue ficar indiferente às barbáries que estão a ser cometidas e, mesmo havendo blocos noticiosos com imagens reais e tantas vezes em direto, não somos ainda capazes de saber tudo o que se está a passar ali na Ucrânia. A Aliança Atlântica não se quer envolver, como ficou bastante claro. O que vai lá sobrar no fim disto tudo? Escombros e morte, muitos pelas ruas à espera de terem um fim digno, sabe-se lá quandos escondidos em caves e abrigos, desaparecidos.

Nem os corredores humanitários conseguem cumprir a sua missão sem ser atacados, que como salvavidas, lá vão trazendo mais algumas pessoas em fuga ou levando comida, água e medicamentos aos que lá estão. E mesmo assim, repito, são atacados e bombardeados. 

Crimes de guerra

Esta expressão sempre me causou alguma perplexidade, porque a guerra em si é um crime, pelo menos para mim, por isso não há em lado nenhum partes da guerra que sejam boas e outras más, que sejam mais graves do que outras. Guerra é guerra.

Mas olhar as notícias dá-me um aperto no estômago. "Ninguém os recebe, só nós!" Dizia um homem a um repórter, quando falava dos mortos que tem num espaço apertado. As famílias que não sabem deles ou que não lhes sabem o que fazer. 

43 ataques a hospitais.

E além de tudo o que já vimos e que não podemos perdoar, um ataque a uma sala de espetáculos onde se abrigavam pessoas com crianças.

Em Mariupol um outro complexo desportivo onde pessoas se abrigavam, foi também bombardeado. Mas que cessar fogo? Ainda não perceberam que eles nunca vão parar enquanto não subjugarem o povo? Quando não houver mais nada para destruir, mais vidas para salvar, vão ganhar a guerra. Aí estaremos todos envolvidos, porque não vão ficar por ali. Esperaram o momento certo para atacar e se ganharem ali, vão avançar para os países vizinhos.

Infância 2020

Pensemos hoje nas nossas crianças. As crianças 2020. 

Será que vão crescer crianças mais fortes, mais realistas, humanos e tolerantes, ou será que ao lhes matarmos a inocência tão cedo as vamos fazer adultos mais amargurados, desumanos e intolerantes? Tiveram de aprender a lidar com uns bichinhos que ninguém vê mas que afastam os pais dos filhos, obrigam a ficar em casa sem os amigos. Aprenderam cedo a usar as tecnologias para assistir a uma aula que devia ser de olhar fixo no professor e não numa tela de uma videoconferência. Aprenderam que os fins de semana são mais seguros em casa a ver desenhos na televisão ou a jogar contra os primos pelo tablet, do que a correr no parque e a cair de uma pereira doce.

As nossas crianças que aprenderam e nos ensinaram que lavar as mãos e não dar beijos era importante, que usar máscara evitava que ficassem doentes e que as vacinas salvam a vida de milhares, têm de aprender agora que as balas e os mísseis matam crianças a leste, que as mães choram agarradas nos seus filhos sem saber onde vão, os pais se despedem sabendo que não se voltarão a ver. Não os podemos guardar num casulo fechado em que só entram balões, unicórnios e beijinhos, pois não? 

As nossas crianças são seres fantásticos! Juntam-se e querem enviar comida e brinquedos para os outros meninos que fogem da guerra. Aprenderam que o vírus se espalha, mas que o amor se pode espalhar ainda mais e têm esperança que esse amor pelo outro vença as diferenças.

Mas quem serão estas nossas crianças no futuro? Que papel terão neste mundo que estamos a moldar para eles e que vão herdar de nós? 

 

Dois anos de pandemia

Acordamos agora sem que a primeira manchete seja o Covid, a pandemia, os mortos... ah sim, afinal acordamos com mortos mas estes não são da pandemia que durante dois anos assolou o país, a Europa e o resto do mundo, agora os mortos são Ucranianos e Russos, famílias desfeitas de um dia para o outro. Acordamos agora com preços a subir, quando deveriam estar a descer. Acordamos solidários com um povo em fuga, sem sabermos se ou quando vamos ser nós a precisar de ajuda.

A vida é estranha e ensina-nos que não devemos dar nada como garantido. De que vale uma boa casa, um grande carro se podemos perder tudo de um dia para o outro com um missil? 

Dois anos passados do início da pandemia, Portugal deveria estar agora a dar os primeiros passos para que tudo voltasse ao normal mas sem nos deixarem sequer respirar atiram-nos direto mais para o fundo de um buraco do qual não sabemos quando vamos emergir. 

Temos a sorte de viver num país em paz, em que estamos a vencer a batalha contra o Covid, mas que ainda não se vai recompor tão cedo das duras provações a que fomos sujeitos nos últimos dois anos. Porque não nos permitem que respiremos, sem sombras na nossa mente que nos ofusquem os sonhos?

Dedicar

Este meu post vem com uma mensagem de força para todos aqueles que neste novo ano, querem melhorar a sua vida, continuar trabalhando e lutando. 

Temos de ser persistentes, de dedicar o nosso esforço em objetivos específicos. A motivação é importante, mas eu acho que tem mesmo de vir de dentro de nós. Posso ouvir mil vezes me dizerem que sou capaz, mas se eu não acreditar que isso é verdade, eu nunca me vou esforçar o suficiente para conseguir!

Fim de ano

Terminará em breve mais um ano. Este foi um ano muito importante, um ano de descobertas sobre quem sou e o que quero. Conhecer-me, separar o ue faço daquilo que realmente sou e quais as minhas aspirações de vida, foi muito importante. Um caminho que comecei e que ainda está longe de terminar. 

Impedir que os outros me façam infeliz, que decidam por mim, que me prendam nas suas rotinas. Tomara que nunca deixe de ser esta pessoa livre. Estou focada na minha saúde, não em melhorar mas em aprender a lidar com todas as consequências que ela trará na minha vida, antecipando tomadas de decisão. 

O fim deste ano, tem a incerteza de como correrá o próximo, onde estarei e como será a minha vida profissional. A imensa vontade de trabalhar sem amarras (há sempre amarras que nos prendem a um local), aumentando os meus ganhos a nível financeiro, mas também a nível de concretização, de objetivos e de vida pessoal. De qualidade de vida. 

Estes são os meus desejos para 2022. Ser capaz de criar e de gerar, de me superar todos os dias.

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