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Caderno Diário

Caderno Diário

15
Mar18

"O codex 632"

Elsa Filipe

"O codex 632" foi a minha companhia no verão de 2008, um dos grandes livros que li nesse ano.

É baseado em documentos históricos genuínos, que nos levam numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade.

Sobre o autor:

José Rodrigues dos Santos nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, é jornalista, correspondente de guerra, professor universitário, é também um ensaísta e romancista. Especialmente nesta última vertente, tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada. Até ao final de 2012 publicou quatro ensaios e dez romances. O seu romance de estreia foi "A Ilha das Trevas".  

12
Mar18

"Memórias de uma Gueixa"

Elsa Filipe

"Uma história como a minha nunca devia ser contada..."

Um livro que li em 2009 e foi daqueles que mais me impressionou pela dureza e pela forma como nos conseguimos embrenhar no enredo, sentir a dor, as alegrias, a tristeza e a esperança de uma criança que se vem a tornar numa das mais conceituadas gueixas do seu tempo.

Passada num mundo secreto, a história começa nos anos que antecedem a II Guerra Mundial, quando uma criança japonesa é arrancada à sua família para ir trabalhar como serva numa casa de gueixa. Apesar de uma rival traiçoeira, que quase quebra o seu espírito, a criança desabrocha, transformando-se na lendária gueixa Sayuri. Bela e muito dotada, Sayuri cativa os homens mais poderosos do seu tempo mas é assombrada pelo seu amor secreto, um homem fora do seu alcance.

02
Mar18

"A máscara de Ababol"

Elsa Filipe

Em 2008, um dos livros que me acompanhou foi "A máscara de Ababol", de Susana Prieto e de Lea Veléz e posso dizer que apesar de ser um livro enorme, as suas páginas devoram-se.

A história passasse no século XIX, em Espanha. Por entre tesouros escondidos, manuscritos perdidos e sociedades secretas, Ababol reencontra, Alejandro Navarro após quinze anos de ausência. Ele é apaixonado por Ababol desde que esta era ainda uma criança. Só que agora é uma mulher instruída e determinada e Alejandro quer devolver-lhe um objecto que fora para si um precioso talismã em inúmeras batalhas e escaramuças: a esfera de âmbar, que é, simultaneamente, a chave de um tesouro da família de Ababol.

O regresso de Alejandro coincide com uma série de duelos, em que alguém mudo e de rosto tapado, se bate durante as madrugadas com algumas das personagens mais ilustres da corte de Fernando VII.

Neste romance de duelos, aventuras e romance, as autoras descrevem os anos conturbados do reinado de Fernando VII, marcados pela repressão régia e pelas tentativas de várias sociedades secretas para recuperar a constituição de Cádis.

Movendo-se entre duas sociedades, uma burguesa e elegante, a outra secreta e rebelde, está Ababol, a protagonista que se mascara para defender os fracos e oprimidos, numa versão feminina do Zorro.

Sobre as autoras;

Susana Prieto nasceu em Puebla de Sanabria, em 1962, tendo estudado Relações Públicas em Madrid.
Lea Veléz, que nasceu em Madrid em 1970, estudou Ciências da Informação na Universidade Complutense. É diplomada pela ECAM (Escola de Cinema e do Audiovisual de Madrid), na especialidade de guião cinematográfico.

O primeiro romance de ambas, A Casa do Destino, editado pela Casa das Letras, foi igualmente bem recebido pelo público, tanto em Espanha como em Portugal.

25
Fev18

"Filhos do vento"

Elsa Filipe

Em 2008, li o livro "Os filhos do vento" de Francisco Moita Flores, investigador e antigo inspetor da polícia judiciária, é ele também escritor, com várias obras publicadas.

A história, que em 1997 passou a telenovela na RTP 1, passa-se na zona rural de Alcaides, onde se dá o conflito entre o "novo" e o "velho", o "sagrado" e o "profano", o "rural" e o "urbano".

A história opõe duas famílias ricas ribatejanas, os Vieira e os Abrantes.

 

20
Fev18

"O nome da Rosa"

Elsa Filipe

Em 2008 comecei a ler "O nome da Rosa", o primeiro romance do escritor italiano Umberto Eco. É um livro muito denso e demorei muito tempo a terminá-lo. As frases em latim foram o principal ponto negativo no livro, que me fizeram perder o fio à meada.

Gosto de romances históricos, mas este ultrapassou bastante a minha capacidade de me colocar dentro da "história". Penso que deve existir uma certa maturidade na leitura de algumas obras e há dez anos atrás eu talvez ainda não a tivesse.

Segundo descobri "O nome da rosa" era uma expressão usada na Idade Média para denotar o infinito poder das palavras.

A história passa-se em 1327. O frei William de Baskerville recebe a missão de investigar a ocorrência de heresias num mosteiro beneditino. Nesta época rir por si só era pecado. No entanto, a morte de sete monges em sete dias, em circunstâncias insólitas, muda o rumo da investigação. A história está repleta de mistérios com símbolos secretos e manuscritos codificados.

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