Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

20
Ago22

Orlando Costa

Infelizmente, as notícias desta sexta-feira, deram conta do falecimento do ator Orlando Costa com 73 anos. 

Orlando Costa, conhecido também do grande público pela sua participação em séries e em novelas nacionais, nasceu em Braga, a 24 de dezembro de 1948. 

Em 1969, Orlando Costa, estreou-se como profissional no Teatro Experimental de Cascais, com a peça "Um Chapéu de Palha de Itália", tendo-se destacado no percurso que fez na televisão com o icónico papel que interpretou na série "Zé Gato", corria o ano de 1979, na RTP.

Na década de 70, o ator estreou-se no cinema, onde se deu a conhecer em várias produções como por exemplo "Jogo de Mão" (1982), "Amor e Dedinhos de Pé" (1993) ou em "Sapatos Pretos" (1998).

Em 1973, foi também fundador do Teatro da Cornucópia, com Luís Miguel Cintra e Jorge Silva Melo. 

Na televisão, trabalhou com todos os canais e entre vários trabalhos que fez, destaca-se a sua participação em "Duarte e Companhia" (1985) na RTP, "Desencontros" (1995), "Polícias" (1996), "Ballet Rose"(1998), "O Fura-Vidas" (1999), "Esquadra de Polícia" (1999), "Capitão Roby" (2000), "Olhos de Água", "Conta-me como foi", "Inspetor Max" (TVI), "Morangos com Açúcar" (TVI), "Os Filhos do Rock" e claro, fez parte da maravilhosa equipa de "Malucos do Riso" (2001) na SIC e em "João semana" (2005)

Em 2007 integrou o elenco de Hamlet de Shakespeare, numa encenação de André Gago, que o levou a percorrer o país.

Ultimamente, participou na SIC em "Amor Amor" e "Por Ti", onde era o sargento Silva. Era uma pessoa muito ativa e querida dos seus colegas e do público que o gostava de ver trabalhar. Uma grande perda que deixa mais pobre o nosso teatro e televisão.