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Fico sempre surpreendida com a capacidade de resiliência das crianças, com a sua superação e com a vontade inata que têm de sobreviver.

40 dias depois da queda do avião onde seguiam, quatro crianças foram resgatadas com vida na província de Caquetá, na floresta amazónica na Colômbia, na passada sexta-feira. As quatro crianças viajavam com a mãe e acompanhante num avião Cessna 206, que caiu na selva na Colômbia. O piloto comunicou problemas com o motor do avião antes de este desaparecer dos radares.

O avião só foi encontrado a 8 de maio entre a densa vegetação. A equipa de resgate recuperou três corpos: o do piloto, o da mãe das crianças e o de um dirigente da comunidade indígena Uitoto. Dos trÊs irmãos não havia sinal. Mas não estando ali, teriam tentado seguir pela floresta? As buscas tiveram início e algumas pistas foram encontradas no decorrer dos dias seguintes. Os irmãos, com idades entre os 11 meses e 13 anos, tinham sido os únicos sobreviventes, mas tinham de vencer agora sozinhos os perigos da selva com uma vegetação densa, árvores que atingem 40 metros de altura, chuva e a presença de cobras e outros animais perigosos.

Encontrados 40 dias depois, as crianças já estão fora de perigo, depois de terem passado estas quase seis semanas maioritariamente sozinhas, já que a mãe terá morrido ao quarto dia depois do acidente. Antes de falecer, segundo alguns sites de notícias, a mãe terá pedido para que Lesly (13 anos), partisse com os irmãos, Soleiny (9), Tien Noriel (5) e Cristin (1). Depois da morte da mãe, as crianças assim fizeram.

Segundo os avós das crianças, a mais velha, Lesly manteve os irmãos mais novos em segurança e tinha conhecimentos sobre a vida selvagem. O avô Fidencio Valencia afirmou à AFP que Lesly era uma criança "muito inteligente" e capaz de guiar os irmãos pela floresta. Um fruto mordido encontrado pela equipa de resgate demonstra que este conhecimento dos irmãos sobre os frutos selvagens pode ter ajudado na sua sobrevivência. Esta menina mais velha teve de saber por onde levar os irmãos, como os alimentar, motivá-los a sair de junto dos corpos, do corpo da mãe em particular, da aparente segurança dos destroços do avião onde seguiam.

A equipa de resgate composta por 160 militares e 70 indígenas com conhecimento íntimo da selva, percorreu 2.656 quilómetros durante as buscas, tendo encontrado uma tesoura, elástico de cabelo e partes de um abrigo feito à mão pelas crianças com paus e ramos. 

Para impedir as crianças de continuarem a afastar-se, a força aérea atirou cerca de 10.000 panfletos na floresta com instruções em espanhol e na própria língua indígena das crianças a dizer para ficarem paradas e com dicas de sobrevivência. Os militares ainda atiraram para a selva parcelas de comida e garrafas de água. Um cão das equipas de busca, perdeu-se e continua desaparecido.

E nós? Em condições claramente diferentes, estamos a educar os nossos filhos para sobreviver neste mundo? 

 

Fontes:
https://www.publico.pt/2023/06/12/ciencia/noticia/quatro-criancas-sobrevivem-mes-frutas-farinhas-2053009

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/colombia-quatro-criancas-sobrevivem-40-dias-na-selva_v1492422
https://www.dn.pt/internacional/como-e-que-tres-criancas-e-um-bebe-sobrevivem-na-selva-durante-40-dias--16506577.html

 

 

 

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publicado às 18:27

Passaram 30 anos desde aquela manhã de 21 de dezembro de 1992, em que uma tempestade que se abateu sobre a cidade acabou por revelar-se fatal para 56 dos mais de 300 passageiros que seguiam no voo MP 495 da companhia holandesa Martinair. O acidente deu-se quando a aeronave (um McDonnell Douglas DC-10) estava quase a tocar a pista.

Na altura foi reconhecida em tribunal a ausência de culpa do comandante do voo da transportadora holandesa.

No entanto, investigações posteriores levadas a cabo pelo Programa da BBC, "Mayday, desastres aéreos" vem colocar novas dúvidas sobre a atuação dos pilotos. Segundo o programa, as condições atmosférias desfavoráveis aliadas ao facto do co-piloto ter "travado" a fundo, diminuindo de forma brusca a velocidade da aeronave, fez com que esta perdesse sustentação. A torre de controle tinha informado a tripulação da ocorrência de tempestade próxima do aeroporto e da existência de água na pista. O avião aterrou com uma velocidade vertical excessiva, que terá excedido as configurações do fabricante.

Daí rapidamente se parte o trem de aterragem, com a perfuração da asa direita e dos depósitos de combustível o que leva à primeira explosão. O piloto perdeu o controlo do avião, que acabou por se partir em dois. Tecnicamente, pelas explicações apresentadas, o acidente poderia ter sido evitado.

 

FONTES:

https://www.tsf.pt/sociedade/testemunhos-de-acidente-com-aviao-da-martinair-em-faro-em-1992-reunidos-em-livro-10853782.html

https://jornaldoalgarve.pt/erros-dos-pilotos-vem-ao-de-cima-29-anos-depois/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Voo_Martinair_495

https://www.dn.pt/lusa/acidente-com-aviao-da-martinair-em-faro-ha-25-anos-foi-um-azar-sem-culpados-8998685.html

 

 

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publicado às 19:39

45 anos depois do 1º acidente da TAP

por Elsa Filipe, em 19.11.22

Faz hoje 40 anos que ocorreu o primeiro grande acidente da TAP.

A 19 de novembro de 1977, pouco antes das 22:00, no meio de chuva intensa um Boeing 727-200 da TAP, com o nome de "Sacadura Cabral", que vinha de Bruxelas, via Lisboa, com 164 pessoas a bordo fez a sua terceira tentativa de aterragem na pista 24 do, na época, denominado Aeroporto de Santa Catarina, na localidade de Santa Cruz. Se não conseguisse, o comandante sabia que o voo seria desviado para Las Palmas (Canárias). Essa última oportunidade revelou-se trágica para o voo TP425.

"O avião tentou aterrar três vezes. A terceira foi fatal", escreveu o JN, na edição do dia seguinte ao acidente.

De acordo com os relatos, o Boeing aterrou muito para além do normal na curta pista do aeroporto. O avião, entrou em aquaplanagem, devido à muita água da chuva que cobria a pista e, de forma desgovernada, acabou por sair pela parte superior da pista, partindo-se depois em duas partes. Uma dessas partes da aeronave ficou em cima de uma ponte e a outra resvalou e caiu sobre a praia, mais de 130 metros abaixo, sendo consumida pelas chamas.

Os meios de socorro existentes na ilha, foram poucos para fazer face à tragédia, mas do meio das chamas que consumiam a aeronave, os socorristas conseguiram retirar com vida 33 pessoas, tendo o saldo final sido de 131 mortos. Também o nevoeiro, além da chuva, e a fraca ligação telefónica de então que bloqueava as comunicações, dificultaram os trabalhos de recuperação dos corpos e dos restos destruídos da própria fuselagem do avião. 

António Ramalho Eanes, presidente da República à época, enviou um telegrama com as condolências e foi criada uma comissão de inquérito que rapidamente se deslocou à ilha para tentar perceber as causas do acidente. O então primeiro-ministro, Mário Soares, escreveu também uma nota de pesar apenas algumas horas após o trágico acidente. 

Depois deste acidente, começou-se a falar-se na necessidade que se sentia no aumento da pista. No entanto, isto só ocorreu em setembro do ano 2000, quando se deu a inauguração da nova pista. Esta, contava com 2781 metros, o que veio a permitir a aterragem de aeronaves de grande porte na ilha da Madeira. Esta obra de ampliação foi premiada tanto nacional como internacionalmente, pela sua grandiosidade e importância.

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publicado às 22:50

Acidente aéreo na Fonte da Telha em 1961

por Elsa Filipe, em 30.05.21

No meu Caderno, refiro-me por várias ocasiões a acidentes - descarrilamentos, desastres aéreos - e a fenómenos naturais, para que estes sejam lembrados e reflitamos sobre condições de segurança e a sua evolução ao longo dos anos. Desta vez, venho escrever sobre um avião que fazia a ligação Lisboa-Açores e que caiu ao mar na Fonte da Telha, concelho de Almada, a 30 de Maio de 1961.

Deste acidente, do qual eu não tinha ainda ouvido falar, morreram 61 pessoas, ou seja, a totalidade dos ocupantes. Segundo se escreveu sobre a época, depois deste acidente, formou-se uma comissão conjunta com Portugal e Holanda, que serviu para investigar as causas do acidente.

A viagem do Voo 897 teve início em Roma, as 20h09 min. do dia 30 de maio, e pousou em Madrid por volta das 22h29 min. Após breve escala em Madrid, o DC-8 partiria novamente do aeroporto de Barajas às 23h07 min, realizando uma nova pausa em Lisboa as 00h06 min. (UTC).

Durante a escala em Lisboa, a aeronave foi preparada para o início da travessia do Atlântico, onde pousaria em Santa Maria, Açores para ser reabastecida e voar diretamente para Caracas.

Ao descolar da pista 23 do aeroporto da Portela as 01h15 min. (UTC), o Douglas DC-8 Fridtjof Nansen (PH-DCL) transportava 47 passageiros e 14 tripulantes. Três minutos depois, a tripulação do Fridtjof Nansen trocaria breve comunicação com o controle de voo de Lisboa, informando teto de nuvens de 3700 pés e tempo chuvoso. Após trocar mais uma mensagem, o DC-8 iniciou mergulho em espiral de quase 90°, entrando em condição de perda de sustentação.

Quinze segundos antes de atingir o mar, o piloto- num esforço final- tentou corrigir a trajetória da aeronave, que cairia ao mar por volta da 1h20 min. (UTC), com um ângulo de inclinação de 25° e nariz para baixo. Ao embater no mar a grande velocidade, o DC-8 espalharia destroços e restos humanos por uma área de vários quilómetros ao longo da praia da Fonte da Telha.

As operações de resgate dos destroços durariam várias semanas e contaram com mergulhadores e navios das marinhas portuguesa e americana, incluindo o navio de resgate USS Petrel (ASR-14). Terminadas as operações, tinham conseguido a recuperação de cerca de 60% dos destroços da aeronave e restos humanos de cerca de 15 corpos.

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publicado às 14:23

Durante a década de 1980, a ilha de Santa Maria, nos Açores era um ponto de paragem obrigatória para os voos que cruzavam o Atlântico, ligando os continentes europeu e americano.

No dia 08 de Fevereiro de 1989, o boeing 707, da Independent Air, com 144 pessoas a bordo, com origem em Bergamo, na Itália, tinha como destino a República Dominicana, nas Caraíbas, fazia uma escala técnica no aeroporto de Vila do Porto, em Santa Maria, ilha do grupo oriental dos Açores. Por algum motivo, a aterragem não foi conseguida e a aeronave acabou por se despenhar no Pico Alto.

O cenário encontrado pelas equipas de salçvamento, era de terror. O silêncio era absoluto. Nenhum dos ocupantes sobreviveu ao embate. Nos dias que correm, a ilha já dispõe de cobertura por radar, o que naquela altura não acontecia. A falta de comunicação entre o piloto e a torre de controlo, levou a que a aeronave tivesse descido abaixo dos 2000m de altitude, embatendo assim na montanha.

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publicado às 12:11

Caiu aquele que era o último 707

por Elsa Filipe, em 14.01.19

Acidentes com aeronaves são sempre notícia. 15 pessoas morreram esta segunda-feira na queda de um avião na província iraniana de Alborz, no Norte do país. Segundo o Público, a aeronave era militar, embora noutros registos se fale em ser o último 707 civil a operar. Um engenheiro de voo foi o único sobrevivente e terá sido transportado para o hospital.

Esta aeronave, um Boeing 707, com cerca de 40 anos, operado pela Saha Airlines caiu na Base Aérea de Fath, no Irão. Quinze dos dezasseis ocupantes morreram. O avião fazia transporte de carne e, durante o percurso, já tinha feito uma paragem de emergência em Fath. As condições adversa, em conjunto com o mau estado da aeronave, poderão ter contribuído para a falha na aterragem.

Outra versão, indica que a tripulação terá descido em direção ao aeródromo privado de Fath, cuja pista é quase quatro vezes mais curta, do que a do aeroporto onde era suposto terem aterrado. Este erro fez com que a aeronave ultrapassasse a pista, batesse numa parede e parasse após colidir com uma casa no bairro de Farrokhabad, condado de Fardis, na província de Alborz, onde felizmente as casas envolvidas estavam vazias no momento do acidente.

Um evento semelhante terá ocorrido a 16 de novembro de 2018, quando um Taban Air McDonnell Douglas MD-88, se terá aproximado da pista de Fath duas vezes antes que a tripulação percebesse que estava a cometer um erro e conseguisse alterar o percurso aterrando no Aeroporto Internacional de Payam.

Este Boing 707 voou pela primeira vez a 19 de novembro de 1976 tendo sido entregue Força Aérea Imperial Iraniana. A 27 de fevereiro de 2000, foi transferido para a Saha Airlines. Já em 2009, uma falha de motor terá danifiado este avião, durante um voo do Aeroporto Internacional de Ahvaz para o Aeroporto Internacional de Mehrabad, em Teerão. 

 

Fontes:

https://www.publico.pt/2019/01/14/mundo/noticia/queda-aviao-irao-faz-menos-15-mortos-1857757

https://asasbrasil.com.br/2019/01/14/boeing-707-iraniano-pousa-em-aeroporto-errado-e-mata-15-pessoas/

 

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publicado às 23:30

É sempre difícil relatar a morte daqueles cuja vida esteve dedicada aos outros. Esta madrugada, soube-se da queda de um helicóptero do INEM, com quatro pessoas a bordo. Neste momento, as vítimas já foram encontradas e estão a realizar-se operações para resgatar os quatro corpos.

O helicóptero do INEM, com dois pilotos, um médico e um enfermeiro, regressava para Macedo de Cavaleiros, Bragança, quando foi dada como desaparecida desde as 18:30 de sábado. Segundo o organismo, "o incidente ocorreu numa altura em que se verificavam condições meteorológicas bastante adversas". 

A aeronave em causa é uma Agusta A109S, operada pela empresa Babcock, que trabalha para o INEM desde 2000 na sequência de um concurso público internacional.

"O transporte teve início às 15h13m, altura em que o helicóptero levantou voo da sua base para o hospital de origem do doente, tendo o mesmo sido entregue aos cuidados das equipas médicas do Hospital de Santo António cerca das 18.10", informou o INEM. Segundo a Navegação Aérea de Portugal (NAV, que controla o tráfego aéreo em Portugal), a tripulação contatou com a torre de controlo do Porto às 18.30, para informar que iria descolar para Macedo de Cavaleiros via Baltar (para abastecimento). 

A primeira perda de sinal radar com o helicóptero deu-se às 18.55, quando a aeronave seguia entre Couce e Aguiar de Sousa, freguesia do concelho de Paredes, anunciou a NAV, salientando ainda que a perda de comunicações "é normal", devido "à altitude e orografia do terreno". Não terá sido feita qualquer comunicação de emergência.

A hora expectável de aterragem, tendo em conta a hora de descolagem do aparelho, era às 19.00, mas asituação "foi reportada cerca das 20.15, ainda sem se saber a localização". Ainda não se conseguiu perceber porque é que o alerta foi dado quase duas horas depois do desaparecimento do helicóptero. 

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) definiu imediatamente a zona onde o acidente terá ocorrido e foram enviados os meios para o terreno. Foram mobilizadas 203 pessoas para a operação, 134 das quais operacionais da Proteção Civil, apoiados por 35 veículos.

O helicóptero EH-101 Merlin, que saiu da base do Montijo pelas 21.45 de ontem, chegou a estar no local onde decorriam as buscas, próximo da aldeia de Couce, em Valongo, mas teve de abandonar o local, já que as condições atmosféricas não permitiam a continuação das operações. 

A ajuda de um grupo civil que conhecia bem a zona revelou-se decisivo para encontrar os destroços, ainda durante a noite. Os corpos das quatro vítimas foram encontrados 700 metros a sul da capela da Santa Justa, em Valongo.

O INEM acabou por emitir depois um comunicado a confirmar oficialmente as mortes, depois de informar as famílias das quatro vítimas. Dados como desaparecidos durante horas, os ocupantes da aeronave viriam a ser encontrados já sem vida: o médico Luís Vega, a enfermeira Daniela Silva, o piloto João Lima e o copiloto Luís Rosindo. Podiam ter ficado a aguardar que o mau tempo passasse, mas a vida não deve ser feita de "ses". A decisão de regressar à base revelou-se fatal para todos.

O serviço de helicópteros de emergência médica do INEM foi criado em 1997, tendo desde então realizado cerca de 16.370 transportes de doentes urgentes, "sem que se tenha verificado qualquer incidente grave" como este.

 

Fontes:

https://www.tsf.pt/sociedade/helicoptero-do-inem-desaparece-com-quatro-pessoas-a-bordo-10328561.html

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/17-dez-2018/queda-de-helicoptero-o-que-sabemos-sobre-o-acidente-10331618.html

https://observador.pt/2018/12/16/quem-sao-as-quatro-vitimas-da-queda-do-helicoptero-do-inem/

 

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publicado às 12:37

Queda de avião militar

por Elsa Filipe, em 11.04.18

A queda de um avião militar na Argélia conduziu à morte de 257 pessoas, quase a totalidade dos seus ocupantes, ao cair logo após ter descolado. Um incêndio terá deflagrado ainda antes da queda do aparelho. Segundo algumas fontes teriam havido dois sobreviventes, mas daquilo que tenho visto em outros sites ninguém terá ressistido à queda da aeronave.

O avião, de fabrico russo, teria capacidade para menos ocupantes do que os que transportava, a meteorologia pode não ter ajudado e o desastre acabou por deixar um rasto de morte a poucos quilómetros de Argel. 

Entre as vítimas estão soldados, familiares dos militares e elementos da tripulação. O avião de fabrico soviético - um Ilyushin Il-76 - que se dirigia para o sul do país, terá caído minutos depois de ter descolado. O desastre terá sido o mais mortífero desde a queda do MH17, da Malaysia Airlines, em 2014. 

 

Fontes:

https://observador.pt/2018/04/11/aviao-militar-cai-na-argelia/

https://pt.euronews.com/2018/04/11/aviao-despenha-se-na-argelia

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publicado às 22:57

Avião cai no Nepal

por Elsa Filipe, em 12.03.18

Um avião do Bangladesh, saído de Dacca, caiu em Katmandu, no Nepal, fazendo pelo menos 49 mortos e 22 feridos. A queda foi procedida de incêndio e alguns passageiros ainda conseguiram ser salvos e levados para o hospital. 

A causa está por apurar mas poderá ter havido má comunicação entre a torre de controlo e os tripulantes, com a torre a acusar o piloto de ter feito o contrário do que lhe tinha sido indicado. Segundo informações na comunicação social, o piloto teria um comportamento estranho e respondia à torre de controlo que estava tudo bem, mas evidentemente pelo desfecho, algo se estaria a passar. Falta saber as causas...

Nesta zona, os acidentes aéreos parecem ser um pouco mais frequentes devido à dificuldade que a zona montanhosa cria, mas neste caso em específico, o desastre aéreo poderá ter sido provocado por erro humano e ainda há muito a explicar. 

Em setembro de 2012, também no aeroporto de Katmandu, um avião que fazia o transporte de montanhistas foi atingido por um pássaro e caiu logo após a descolagem, originando a morte das 19 pessoas que estavam a bordo.

 

Fontes:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/aviao-cai-em-aeroporto-do-nepal.ghtml

 

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publicado às 22:05


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