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Gosto de escrever e aqui partilho um pouco de mim... mas não só. Gosto de factos históricos, políticos e de escrever sobre a sociedade em geral. O mundo tem de ser visto com olhar crítico e sem tabús!

Lembraram-me hoje que é Dia da Espiga, ou Quinta-Feira da Ascensão. Lembro-me de ver os raminhos atrás da porta da cozinha da minha avó, ou na casa das vizinhas, mas nunca liguei muito a isso. É uma tradição muito antiga e como tal decidi procurar um pouco mais sobre esta data e o simbolismo do raminho.
Neste dia celebra-se a consagração da Primavera, uma tradição ligada à agricultura. Começou há muito muito tempo com os celtas e os romanos a agradecerem aos deuses as primeiras colheitas do ano. Mais tarde, de acordo com a tradição católica, começou a festejar-se neste dia a subida de Jesus Cristo aos céus 40 dias após a sua ressurreição (na Páscoa).
Segundo a tradição, o Dia da Espiga era considerado “o dia mais santo do ano”, em que não se devia trabalhar e que as pessoas partiam num passeio matinal pelos campos para colherem espigas e depois fazerem um ramo que incluía também flores silvestres como papoilas ou malmequeres, raminhos de oliveira, de alecrim e de videira. Infelizmente, agora trabalha-se neste dia e encontrar espigas por aí também não é tarefa fácil.
Por ter uma ligação com a Natureza, pensa-se que este costume está relacionado com antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura. Com a chegada do Cristianismo, a Igreja de Roma, à semelhança do que fez com outras festas ancestrais pagãs, cristianiza depois a data e tendo em conta as datas de celebração da Páscoa, em Portugal este dia foi associado à Festa da Ascenção, celebrada 40 dias depois da Páscoa e que em tempos foi comemorada com feriado nacional.
Cada planta que é colocada no ramo, está associada a um significado:
Ditam os antigos costumes que o ramo deve ser colocado atrás da porta de entrada de casa e apenas deve ser substituído no ano seguinte, por um ramo novo, como símbolo de sorte e prosperidade do lar.
Além destas associações ao pão e ao azeite, a espiga surge também conotada com o leite, com as proibições do trabalho e ainda com o poder da Hora, isto é, com o período de tempo que decorre entre o meio-dia e a uma hora da tarde, tomando mesmo, nalguns sítios do país a designação de Dia da Hora.
Nas localidades em que assim é entendida esta quinta-feira, acredita-se que neste período do dia se manifestam os mais sagrados e encantatórios poderes da data e nas igrejas realiza-se um serviço religioso de Adoração, após o qual toca o sino. Diz a voz popular que nessa hora “as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e até as folhas se cruzam”. Nalgumas povoações era também do meio-dia à uma que se colhia a espiga.
Não se cozia nem se remendava e havia quem deixasse comida feita de véspera para não ter de cozinhar neste dia. Em algumas aldeias, era também costume guardar-se pão, para que durante todo o ano não falte este alimento em casa. Este pão consumia-se no ano seguinte «sem bolor», prova da santidade do dia.
Fontes:
https://hortodocampogrande.pt/flores/dia-da-espiga-conheca-a-historia-e-o-simbolismo-desta-data/
https://ensina.rtp.pt/artigo/quem-sabe-o-que-e-o-dia-da-espiga/
OLIVEIRA, Ernesto Veiga – Festividades Cíclicas em Portugal. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1984. 357 p.(Colecção Portugal de Perto n.º 6) in https://www.santovarao.net/17-de-maio-dia-da-ascensao-dia-da-espiga-ou-quinta-feira-de-espiga/
Apoiando-se na sua própria interpretação da Bíblia, uma seita no Quénia, levava os seus seguidores a fazer um jejum forçado e mortal. As autoridades do Quénia procuram em valas comuns na floresta de Shakahola, no norte do país, onde há cerca de uma semana 90 corpos foram descobertos. Em Malindi, outros 17 corpos foram localizados em várias sepulturas. As autopsias posteriormente realizadas aos corpos de nove crianças, com idades compreendidas entre 1 e 10 anos, e de uma mulher, revelaram que as mortes foram causadas por fome e asfixia.
"Isto foi um abuso do direito fundamental de liberdade com o suposto uso da Bíblia para matar e causar um massacre. Aqueles que exortavam os outros a jejuar e morrer, comiam e bebiam e pretendiam prepará-los para encontrar o criador", declarou o Ministro do Interior do Quénia, Kithure Kindiki, no final de uma visita à região.
210 pessoas estão dadas como desaparecidas, entre elas 112 menores, possivelmente ligadas à seita autodenominada Igreja Internacional da Boa Nova. O líder, o alegado padre Paul Makenzie Nthenge, foi preso e acusado a 14 de abril, depois de duas crianças terem morrido à fome quando se encontravam ao cuidado dos pais, que seguiam as suas "obrigações" religiosas. Várias pessoas foram também resgatadas, na floresta de Shakahola, onde estavam escondidas. O número de vítimas pode aumentar enquanto se explora a região e se vão descobrindo mais sepulturas e valas comuns.
Fontes:
Hoje é feriado em Portugal e em muitas outras partes do mundo. Apesar de se celebrar um feriado religiosos, dedicado à Imaculada Conceição - ou segundo alguns teólogos - à conceção sem mácula da Virgem Maria. A ideia da Imaculada Conceição e o feriado foram introduzidos em Portugal com a chegada, em 1166, de D. Gilberto, o primeiro Bispo da cidade de Lisboa. O conceito propagou-se rapidamente pelas paróquias. A primeira celebração oficial do culto da Imaculada Conceição decorreu no dia 8 de dezembro de 1320, em Coimbra.
A ligação entre Portugal e a Imaculada Conceição ganha destaque em 1385, quando as tropas comandadas por D. Nuno Alvares Pereira derrotaram o exército castelhano e os seus aliados, na batalha de Aljubarrota. Em 1420, D. Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável, mandou construir uma enorme igreja em Vila Viçosa que dedicou a “Nossa Senhora da Imaculada Conceição” (também conhecida como Nossa Senhora do Castelo).
É também importante lembrar que D. João IV, rei de Portugal, declarou Nossa Senhora da Conceição como padroeira do reino. Estavamos no ano de 1646 e uma decisiva batalha era travada em Montes Claros, Vila Viçosa. Em plena Guerra da Restauração contra Espanha, D. João IV, jurou e proclamou solenemente que Nossa Senhora da Conceição seria a Rainha e Padroeira de Portugal para sempre. Desde este dia, os reis portugueses deixaram de usar coroa na cabeça, privilégio reservado exclusivamente para a Imaculada Conceição. Nas cerimónias solenes monárquicas, a coroa passou a ser colocada em cima de uma almofada ao lado do rei.
Mas já antes, D. Afonso Henriques se tinha colocado ao seu serviço e isto também nos lembra que conhecermos a nossa História, nos torna uma parte daquilo que somos.
No dia 8 de Dezembro de 1854 o papa Pio IX decretava, solenemente, e para todo o mundo, o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria. A reconfirmação da pessoa da Virgem Maria enquanto Padroeira de Portugal foi efectuada pelo Papa Pio XI, a 25 de Março de 1936. Na bandeira monárquica que representou Portugal, a cor azul era uma alusão a Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal.
De facto, a santa é "muitas" e tem "muitos" nomes: Maria de Nazaré foi a mulher escolhida para gerar o filho de Deus, Jesus Cristo e em Portugal é mais conhecida como Senhora de Fátima, em Espanha já é a Senhora do Pilar, no Brasil é conhecida como a Senhora da Aparecida, no México é venerada como Senhora de Guadalupe, na Polónia é a Virgem Negra de Tchestócowa, e em França é a Senhora de Lourdes.
Fontes:
https://rr.sapo.pt/artigo/262692/quarta-feira-8-de-dezembro-de-2021
https://publicholidays.pt/pt/immaculate-conception/
https://esplpalavras.wordpress.com/2017/12/19/feriados-de-1-e-8-de-dezembro/
As construções na Índia têm tanto de grandiosas como de perigosas, uma vez que nem sempre são verificadas todas as condições de segurança nas obras realizadas. Terá sido isso que aconteceu com a ponte que desabou ontem em Morbi.
Construída durante o domínio britânico, no século XIX, a ponte pedonal de 230 metros, tinha sido reaberta depois de sete meses de obras. A maioria dos que caíarm ao rio Machchu e que acabaram por morrer eram mulheres, crianças ou idosos. As notícias dão conta de 132 mortos mas poderiam estar cerca de 500 pessoas em cima da ponte, a cumprir rituais religiosos, quando os cabos que suportavam a estrutura cederam pouco depois do anoitecer.
Mergulhadores, embarcações e dezenas de soldados foram mobilizados para as operações de busca e salvamento. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, que se encontrava no estado de Gurajat quando ocorreu o acidente, já manifestou apoio para a concretização das operações de socorro.
Fontes:
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63453817
https://sicnoticias.pt/mundo/2022-10-31-Queda-de-ponte-na-India-provoca-mais-de-130-mortes-9515c812
"Há registos que apontam para a existência de mais de 10 mil cultos, seitas e religiões espalhadas pelo mundo."
Ana Saldanha, escreveu um belíssimo artigo no GQ que discrimina algumas destas seitas: o Raelianismo (ufológicos) que acreditam na existência de extraterrestres; a Ordem do Templo Solar, que previa um apocalipse em que apenas uma elite iria sobreviver, sendo transportada para a estrela Sírius; a Cientologia - que até tem estatuto de religião em vários países, incluindo Portugal, mas que a maioria dos países europeus considera uma seita - baseia-se na ideia de que as pessoas são seres imortais que se esqueceram da sua natureza e que, para alcançar essa imortalidade e outras habilidades sobre-humanas, devem fazer uma reabilitação psiquiátrica espiritual.
E muitas mais... que levaram a terríveis acontecimentos, como suicídios em massa, assassinatos de bebés e de crianças e outros crimes, alguns dos quais se tornaram conhecidos ao longo dos tempos.
O Tempo do Povo é apenas um dos exemplos, do qual Ana Saldanha, também nos fala no seu artigo. É fundado em 1955 por Jim Jones no Indiana, mudando-se na década de 70, para a Califórnia onde estabeleceu vários locais de culto pelo estado, chegando a ter mais de 20 mil membros. "Jonestown" foi o nome dado à comunidade no Guiana, para onde se mudou com algumas centenas de seguidores em 1977. E foi aí onde se deu em em novembro de 1978, a assassinato de um grupo que tinha ido "investigar" algumas denúncias seguido de um "suicídio" em massa que levou à morte de 909 pessoas (centenas das quais crianças, que foram mortas pelos próprios pais). A loucura de um, levou à loucura coletiva de muitos. 900 eram suficientes para se imporem a um, mas a crença foi maior do que a vontade própria, numa fila para beber a mistura mortal e "ajudados" por soldados armados, para que não desistissem no último momento. O próprio líder foi encontrado morto com um tiro na cabeça, aparentemente autoinfligido.
Mas o que é que distingue uma seita e uma igreja, sendo que a maioria das seitas se autodenominam igrejas? No nosso país, esta distinção não acontece na lei. Quer o legislador constitucional, quer o legislador ordinário, no momento da elaboração da Lei da Liberdade Religiosa (Lei n.º 16/2001, de 22 de junho), não definem o que é religião, igreja, comunidade religiosa ou seita. A ideia original do que é uma seita surgiu no início do século XX, através de grupos de pessoas que discordavam das doutrinas defendidas pela Igreja Católica, expressando as suas ideias de forma metódica e inflexível e muitas interpretaram de modo inadequado e demasiado literal as várias doutrinas bíblicas, terminando em teorias da conspiração que ainda hoje pairam sobre o pluralismo religioso. Podemos ler no artigo da jornalista, Cláudia Pratas, no Observador: "sabemos que o homem é um ser que tem necessidade de se relacionar com o desconhecido, com o Divino e, por isso, muitos tentam aproveitar-se de forma danosa do vazio que existe no ser humano."
Para haver uma seita, há desde logo um líder: tem normalmente uma personalidade carismática e é dono de uma capacidade oratória superior à da maioria. Estes líderes, acabam por fascinar quem os ouve, mas apesar da sua aparente bonomia, rapidamente mostram a sua verdade, promovendo a desigualdade entre os membros, colocando-se a si mesmo no topo de uma hierarquia elitista, de falso paternalismo.
Estas seitas, na maioria das vezes, afastam as pessoas das suas famílias, retiram-lhes a sua identidade e constróem relações das quais elas não conseguem sair de forma livre. Deixam de ter direitos próprios, ao mesmo tempo que lhes é impingida a ideia de que todos os outros estão errados - as leis de um Estado, a sociedade capitalista, a ciência e os próprio sistema educativo e de saúde são postos em causa e são abolidos das suas vidas. As crianças deixam de ir à escola convencional, seguem um modelo educativo próprio com as suas próprias ideias. Impingem coisas tão chalupas como a teoria do Geocentrismo ou a teoria de que a Terra é plana.
Em Portugal, também existem seitas - embora algumas bem escondidas.
Em 2013, em Brejos do Assa, Palmela, um homem começou uma "seita": num "falso local de culto, de uma falsa seita religiosa, inventada por um falso psicólogo".Chegado à aldeia, Pedro foi a um café acompanhado da mulher e dos dois filhos pequenos. Foi a mulher dele quem os apresentou, através de uns cartões de visita que o identificavam como “psicólogo”. E foi assim que Pedro ficou conhecido pela vizinhança. As consultas e explicações eram a forma de atrair as crianças à sua quinta. Os pais confiavam-lhe os filhos sem suspeitarem do que ali se passava. Pedro até era de perto e a mulher também. Ele tinha experiência como treinador de futebol e conseguiu um lugar no Clube Desportivo de Algeruz, a treinar os Esferinhas.
Depois, para camuflar o esquema que tinha engendrado, Pedro de 34 anos, utilizando os seus conhecimentos enquanto Testemunha de Jeová, criou uma seita a que chamou “Verdade Celestial”. Segundo a PJ, elaborou um conjunto de regras, com categorias hierárquicas, e alegava ser ele o “mestre” — que por sua vez respondia a um mestre espanhol, de nome Pablo. O próprio Pedro terá abusado sexualmente de várias crianças e criado um negócio de pedofilia. A chamada "purificação" não era nada mais nada menos do que atos de cariz sexual. Pedro dava consultas de psicologia e explicações às crianças e aproveitava-se do facto de elas por vezes passarem a noite na quinta para trazer os clientes pedófilos até lá. Enquanto as crianças dormiam, eram sujeitas a abusos sexuais vários. Sempre sozinhas, para que os crimes não fossem testemunhados por outras crianças.
Em junho de 2015, após uma denúncia em que inicialmente nem os membros da PJ queriam acreditar, foi feita uma busca à quinta de onde foram recolhidos computadores, vestígios de sémen, papéis com regras e todas as provas que pudessem confirmar a história da testemunha que de lá tinha fugido. Seguiram-se horas de interrogatórios, de identificações das crianças, de cruzamento de provas — que incluíam chats na internet, vídeos, fotografias feitas na casa. O caso deixa-nos desde logo um alerta - desconfiar! Seriam os pais assim tão crédulos? Em 2017, o homem foi condenado a 23 anos de prisão no processo de crimes de abusos sexuais de oito crianças. Dos restantes sete arguidos, cinco (quatro homens e uma mulher) foram condenados a penas de prisão entre os sete e os 19 anos, enquanto outras duas mulheres foram absolvidas.
Fontes:
SALDANHA, Ana, in https://www.gqportugal.pt/loucos-de-fe-cultos-seitas-religioes
PRATAS, Cláudia Alves, in: https://observador.pt/opiniao/as-seitas-lobos-no-meio-das-ovelhas/
https://observador.pt/especiais/a-falsa-seita-que-abusava-de-criancas-em-palmela/
https://www.dn.pt/sociedade/pena-maxima-para-lider-da-seita-de-palmela-8980257.html
O Vaticano irá receber a partir de hoje e até ao próximo domingo todos os presidentes das conferências Episcopais do mundo para uma reunião inédita sobre os casos de abusos sexuais a crianças praticados pelos seus membros. Este tem sido um dos temas polémicos a abalar a igreja com muitos casos ao longo dos anos, muitos dos quais foram abafados.
Um relatório dá a conhecer que, por exemplo, na Igreja dos Estados Unidos cerca de mil crianças foram vítimas de padres nos últimos 70 anos, e que gerações consecutivas de bispos falharam repetidamente na adoção de medidas para proteger a comunidade e punir os violadores.
Na Austrália, outro caso envolveu o cardeal George Pell, que dirigia a Secretaria da Economia do Vaticano, foi considerado culpado por um tribunal em Melbourne de abuso sexual a duas crianças.
Em Agosto, o Papa escreveu aos católicos do mundo, poucos dias antes de uma visita à Irlanda, onde mais de 14.500 pessoas se declararam vítimas de abuso sexual por parte de padres, o papa escreveu aos católicos do mundo, condenando este crime e exigindo responsabilidades.Já em 2010, também o seu antecessor, Bento XVI, escrevera uma carta a todos os católicos irlandeses, reconhecendo a responsabilidade da Igreja nos abusos cometidos no país.
Em 2018, um enviado do Papa ao Chile fez uma investigação, da qual resultou um relatório que incluia 64 testemunhos e que acabou por desencadear a renúncia em bloco dos bispos chilenos. O papa assumiu na altura o compromisso de reparação dos danos e de mudanças na Igreja, as vítimas aplaudiram e as autoridades policiais avançaram com uma investigação que ainda decorre e que já levou à identificação de mais de 200 vítimas.
O abuso sexual contra crianças durante anos e anos chegou a ser classificado pelo secretário do papa emérito, Bento XVI, como "o 11 de setembro da Igreja Católica". Os relatos e as notícias de abusos tiveram também impacto na Igreja dos Estados Unidos. Neste caso, um relatório elaborado por um grande júri da Pensilvânia revelou que, pelo menos mil crianças, foram vítimas de 300 padres nos últimos 70 anos, e que gerações de bispos falharam repetidamente na adoção de medidas para proteger a comunidade e punir os violadores. As vítimas poderão ser ainda mais.
Na Alemanha, um relatório interno encomendado pela Conferência Episcopal alemã aponta para 3677 casos de abusos sexuais cometidos por 1670 elementos da Igreja Católica entre 1946 e 2014 e na Holanda pelo menos 20 bispos e cardeais holandeses foram associados a abusos sexuais.
O encontro sobre a “Proteção dos menores na Igreja”, que se realizará, no Vaticano focará três temas principais: responsabilidade, assunção de responsabilidades e transparência.
Fontes:
https://exame.com/mundo/papa-francisco-pede-perdao-as-vitimas-de-abusos-na-irlanda/
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