Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Despede-se 2023

A esta hora já muita gente está em 2024. Eram por cá 10 horas e já Kiritimati, no arquipélago de Kiribati na Oceânia era a primeira região a entrar no novo ano. "A pequena ilha no oceano Pacífico, também conhecida como ilha do Natal, tem um fuso horário 14 horas à frente do Tempo Médio de Greenwich."

Seguem-se "Tonga, Samoa e partes da Nova Zelândia, uma hora mais tarde. Uma hora depois, partes mais a leste da Rússia, juntamente com as ilhas Fiji," passam para 2024. É sempre estranho quando penso que estamos uns num ano e outros noutro...

Quando for meia noite em Portugal, "apenas cerca de metade do planeta terá chegado" também ao novo ano. "O último lugar chegar a 2024 serão as ilhas da Samoa Americana, novamente no Pacífico, cerca de 24 horas depois." Vamos acordar e ainda não será 2024 em todo o planeta. 

Por cá preparam-se os fogos de artifício, que embora mais pequenos do que em Sydney ou Dubai, levarão certamente milhares a olhar para os céus. 

Na Coreia do Sul, vive-se uma tradição já "centenária: na passagem da meia noite, o Sino Bosingak toca 33 vezes. Esta cerimónia pretende representar a esperança, a renovação a e sorte."

Em França, várias regiões estão em alerta máximo. Especificamente em Paris, "vive-se com a segurança reforçada ao máximo, devido à ameaça de um ataque terrorista." Os receios estão relacionados com aquilo "que está a acontecer em Israel e na Palestina"

Deste ano gostaria de poder deixar para trás muitas das coisas negativas que me acontecerão, mas sei que isso é apenas uma utopia. O mundo amanhã irá acordar um ano mais velho... mas os homens não terão aprendido grande coisa entretanto. 

Adeus 2023 e que 2024 chegue, pelo menos, trazendo algum juízo aos grandes decisores mundiais.

Fontes:

https://portocanal.sapo.pt/noticia/343722

https://sicnoticias.pt/mundo/2023-12-31-Ola-2024-as-celebracoes-do-novo-ano-por-todo-o-mundo-de41bfc5

https://pt.euronews.com/2023/12/31/paris-em-seguranca-maxima-na-passagem-de-ano

 

Ataques em grande escala... a guerra está longe de terminar

O Natal não fez a Rússia recuar e a Ucrânia foi mais uma vez atacada em grande escala. De um lado e do outro, intensificaram-se os ataques e mais uma vez é a população que sofre. De ambos os lados da fronteira, há a morte de crianças a lamentar e, se não fosse por mais nada, a última semana do ano é já uma semana negra.

Mais de 160 mísseis e dezenas de drones kamikaze foram lançados contra alvos ucranianos, muitos deles atingindo edifícios civis, armazéns, um centro de escritórios, uma estação de metro e até uma maternidade. Será que eram alvos militares para os russos? Em Kharkiv, junto à fronteira russa, foram atingidos "um hospital, uma escola, várias empresas e prédios" de habitação. 

Cerca de 31 mortos e 160 feridos, é o balanço provisório do mais grave ataque desde o início do conflito. Os ataques começaram ainda de madrugada. A Rússia começou por lançar "dezenas de drones Shahed de fabrico iraniano contra o país vizinho. A seguir, vários aviões de combate e navios dispavam 110 mísseis de cruzeiro. A maioria foi abatida mas os poucos que chegaram aos destinos causaram morte e destruição."

O presidente ucraniano garantiu que o “terror russo” não ficaria sem resposta, enquanto "o conselheiro presidencial ucraniano Andriy Yermak" pedia "ao ocidente mais ajuda para enfrentar os ataques russos." O porta-voz de António Guterres, afirmou que "os ataques contra civis e infraestruturas civis violam o direito humanitário internacional".

Em resposta aos ataques, a Ucrânia atacou hoje o território russo, naquele que foi considerado até agora o ataque mais mortífero perpetrado pelo exército ucraniano, que deixou pelo menos 14 mortos e mais de 100 feridos. "Segundo o comunicado das autoridades russas, entre os mortos há duas crianças. Os tiros da artilharia ucraniana atingiram vários edifícios da cidade de Belgorod, capital da província russa homónima, que partilha 552 quilómetros de fronteira com a Ucrânia. Entre as infraestruturas visadas estão a sede do governo regional e uma universidade."

Na sequência deste ataque, o Kremlin pediu já uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

Num comunicado, o ministério russo da defesa definou o ataque como um "crime," e que a Ucrânia "está a tentar desviar a atenção da derrota na frente e também a provocar-nos a cometer atos semelhantes". Será que está a ver os acontecimentos pela correta sequência temporal?

A Ucrânia, por seu lado, contrapõe que "esta foi uma represália pelo ataque maciço de sexta-feira de madrugada, em que a Rússia enviou mais de 160 mísseis e drones para vários pontos da Ucrânia, fazendo pelo menos 39 mortos e 160 feridos."

O conflito, que está longe de terminar, está agora em risco cada vez maior de envolver a Polónia, que diz que um míssel russo percorreu cerca de 40 quilómetros do seu espaço aéreo sem autorização. Não nos esqueçamos que a "Polónia faz fronteira com a Ucrânia e é membro da NATO e da União Europeia."

No seguimento desta informação, o "presidente polaco, Andrzej Duda, convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança Nacional," e o "secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, revelou que já entrou em contacto com o presidente polaco para manifestar o apoio da Aliança Atlântica." Temo que apesar do frio do inverno, as coisas estejam a começar a aquecer cada vez mais e que não tarde estejamos todos envolvidos.

Enquanto isso... por cá vamos passar o ano com um governo sem Primeiro-ministro e preocupados com o aumento da mortalidade devido aos cada vez maiores focos gripais que estão a levar já ao regresso do uso das máscaras de proteção.

 

Fontes:

https://observador.pt/2023/12/29/o-maior-ataque-aereo-russo-desde-o-inicio-da-guerra-fez-31-mortos-e-mais-de-160-feridos/

https://pt.euronews.com/2023/12/30/ucrania-ataca-territorio-russo-e-faz-pelo-menos-14-mortos

https://pt.euronews.com/2023/12/29/polonia-diz-que-missil-russo-dirigido-a-ucrania-entrou-no-espaco-aereo-do-pais

 

Pág. 1/6