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Caderno Diário

Gosto de escrever e aqui partilho um pouco de mim... mas não só. Gosto de factos históricos, políticos e de escrever sobre a sociedade em geral. O mundo tem de ser visto com olhar crítico e sem tabús!

Caderno Diário

Agustina Bessa-Luís

Mais conhecida como Agustina Bessa-Luís, a escritora nascida em Vila Meã, Amarante, a 15 de outubro de 1922, faleceu ontem.

Desde muito jovem que Agustina se interessou por livros, descobrindo na biblioteca do avô materno, os clássicos da literatura espanhola, francesa e inglesa, marcantes na sua formação literária. Os locais onde viveu a sua meniníce, marcam a sua escrita.

Estreou-se com a novela "Mundo Fechado" em 1949,  e em 1954, o romance "A Sibila", trás-lhe um enorme sucesso e reconhecimento geral. 

Escreveu mais de cinquenta obras, entre romances, contos, peças de teatro, biografias romanceadas, crónicas de viagem, ensaios e livros infantis. 

O realizador Manoel de Oliveira, com quem manteve uma relação de amizade e de colaboração próxima, adaptou algumas das suas obras ao cinema, tais como: "Fanny Owen" (que deu origem ao filme de nome "Francisca" em 1981), "Vale Abraão" (filme homónimo, 1993), "As Terras do Risco" (que deu origem ao filme "O Convento", 1995) ou "A Mãe de um Rio" (que deu origem a "Inquietude" em 1998).

Foi também autora de peças de teatro e guiões para televisão, tendo o seu romance "As Fúrias" sido adaptado para teatro e encenado por Filipe La Féria, em 1995 no Teatro Nacional D. Maria II.

Em 2005, participou no programa da RTP "Ela por Ela" e em julho de 2006, pouco depois de terminar a sua última obra, "A Ronda da Noite", deixou de escrever e retirou-se da vida pública, devido a razões de saúde (possivelmente pelo acidente vascular cerebral que sofreu).

 

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Agustina_Bessa-Lu%C3%ADs

https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$agustina-bessa-luis

 

Perigo da Internet e dos desafios virais

As consequências são quase sempre graves. Crianças e jovens acabam com graves lesões ou, em casos mais graves, as consequências podem ser mortais. Os danos psicológicos de quem pratica e de quem assiste também não podem ser esquecidos! Estou a falar dos desafios virais que estão por todo o lado, desde o facebook ao tiktok e que "obrigam" crianças e jovens a seguir determinados comportamentos que colocam a sua vida em risco.

De que forma é que os podemos combater? A primeira coisa é estar atento e disponível para conversar. Mas o papel do adulto não é só esse. Há que denunciar, sempre. Existem a circular vários desafios. Um deles, que envolve pelo menos dois participantes, passa pela asfixia, expulsando todo o ar dos pulmões da vítima e impedindo-a de respirar até perder a consciência. Parece estúpido, só por si não é? Mas há de facto crianças e jovens a experimentar! Estejamos atentos! São as nossas crianças a estar em perigo!

Segundo o jornal “El Mundo”, Espanha, uma menina aceitou de livre vontade participar no jogo em plena via pública no município de Pinto, em Madrid. As amigas que que estavam com ela, estrangularam-na e pressionaram o peito da menina de apenas 12 anos, até lhe provocar falta de oxigénio e cair ao chão inconsciente. Foi rapidamente assistida e transportada para o hospital.

Devemos estar atentos a determinados sinais de alerta relativos à prática da asfixia e de outros desafios perigosos, como o isolamento, a utilização de golas altas mesmo no verão, olhos vermelhos, desorientação, dor de cabeça frequente, conversas sobre estes jogos ou presença de objetos suspeitos no quarto como cordas ou trelas, refere o portal Projeto MiudosSegurosNa.Net e o Instituto Dimicuida.

Sabemos que ao atingir a adolescência, as crianças são curiosas sobre o mundo que as rodeia e aprendem a exprimir-se e a interagir com segurança e confiança com os amigos online. Não podemos negar a sua existência, uma vez que enquanto nós nos encontrávamos na rua, brincávamos e estudávamos na casa uns dos outros, agora os nossos jovens encontram-se, brincam e estudam através dos computadores, tablets e telemóveis. Os adolescentes precisam da orientação dos seus pais e de outros adultos de confiança, ​​e os serviços online deveriam trabalhar para fornecer ferramentas que ajudem os adolescentes a fazer as escolhas certas sobre a sua segurança e privacidade. A regulamentação existe e tem de ser adaptada à realidade da sociedade atual, em que a Internet é um recurso.

 

Fontes:

https://miudossegurosnanet.blogs.sapo.pt/

https://expresso.pt/sociedade/2019-05-31-O-jogo-da-asfixia-que-esta-a-assustar-Espanha--em-Portugal-nao-foram-reportados-casos-mas-nao-quer-dizer-que-nao-haja-

https://www.noticiasmagazine.pt/2018/os-dez-desafios-perigosos-da-internet/estilos/comportamento/10/