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Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Caderno Diário

Escrever é algo que me apraz. Ante a minha vontade de criar, muitas vezes me falta tempo. Aqui passo da vontade à prática. Este é um caderno onde escrevo sobre a minha vida pessoal e temas da atualidade que me fazem refletir.

Incêndio trágico na Rússia

Olhar para lá das nossas fronteiras é o exercício que hoje venho propor. Um olhar para o que se passa lá por fora, para a notícia de um incêndio que afetou um centro comercial na cidade de Kemerovo, na Rússia. Deste incêndio, resultaram 64 mortos (confirmados até agora - poucos dias depois do incêndio que ocorreu este domingo). Não foi só o fogo, mas o desabamento do teto da zona das salas de cinema, o que agravou a situação.

Desses mortos, apontam as notícias que 41 eram crianças. A maioria tinha entrado em férias escolares e, claro que o apetecido num domingo é gozar um dia de descanso e entretenimento com a família num espaço mais protegido do frio siberiano. Não se diz nas notícias que o espaço estivesse sobrelotado e nada aponta que o estivesse, mas tantos mortos, podem ter-se devido à falha dos alarmes de incêndio que não atuaram e à desorientação na procura das saídas.

De certo o pânico se terá instalado quando o fumo denso começou a invadir as salas onde as famílias passeavam num domingo que se esperava tranquilo, sem sirenes nem alarmes de incêndio que o avisassem, fazendo com que algumas das pessoas saltassem das janelas. As saídas de emergência estavam fechadas ou pouco acessíveis? O que terá acontecido? Depois do incêndio, ficou a dúvida sobre se o número de mortos teria sido o divulgado ou se tinha sido ultrapassado muito esse valor, pelo que terá também havido uma manifestação que reinvindicava respostas. Por outro lado, as notícias que têm circulado na Internet podem estar a ser influenciadas por ambas as "partes".

E vvoltando agora a olhar para "dentro", para nós. De certeza que temos as nossas salas de cinema preparadas em caso de incêndio? E já agora, quantos é que sabemos o que fazer ou até ensinámos às nossas crianças como devem reagir numa situação destas?

 

Fontes:

https://expresso.pt/internacional/2018-03-25-Incendio-num-centro-comercial-na-Siberia-faz-53-mortos

https://observador.pt/2018/03/27/mais-de-40-criancas-morreram-no-incendio-em-centro-comercial-russo/

 

Atentados em França

Em França, que é mesmo aqui ao lado, um homem (bastou um apenas) armado, lançou o pânico em Carcassone. Redouane, que afirmou ser um soldado jihadista, tinha apenas 26 anos e já estava a ser observado pelas autoridades francesas por ligações com o Daesh. Em Carcassone, roubou um carro assassinado um dos ocupantes e seguiu para Trèbes, onde se barricou num supermercado e matou mais duas pessoas. Pelo caminho deixou um balanço de 3 mortos e vários feridos, alguns em estado grave. Acabou por ser morto pela polícia.  

Segundo referido pela RR, as autoridades afirmaram que Lakdim agiu sozinho e já estava referenciado, embora não por suspeitas de ligações jihadistas.

No local, apontou-se um herói. Um homem, de apenas 45 anos, tenente-coronel da polícia militar, trocou de lugar com um dos refém do supermercado onde Redouane se tinha barricado. Foi uma das vítimas mortais.

Estes ataques, longe de serem únicos, são muitas vezes controlados atempadamente pelas autoridades. Muitas vezes, nem chegamos a saber das células que se vão espalhando tão perto de nós. O risco pode estar mesmo ali ao nosso lado, a viver na nossa rua e não sabemos. Até onde se poderá ir para prevenir estes atentados e o que terá falhado aqui? França é aqui mesmo ao lado... devemo-nos preocupar?

 

Fontes:

https://rr.sapo.pt/noticia/108989/o-que-sabemos-sobre-o-ataque-em-carcassonne

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